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Flávio Bolsonaro defende PEC que acaba com reeleição, mas proposta ainda não avançou

Flávio Bolsonaro defende PEC que acaba com reeleição, mas proposta ainda não avançou

PorRedação
Flávio Bolsonaro defende PEC que acaba com reeleição, mas proposta ainda não avançou
Foto: Reprodução Youtube

Flávio Bolsonaro (PL) apresentou projeto para extinguir a reeleição presidencial, mas sua proposta está estagnada. Outra PEC já aprovada na CCJ avança no Senado.

No dia 8 de setembro, Flávio Bolsonaro, senador e candidato à presidência pelo PL, reiterou seu apoio à PEC 4/2026, que propõe o fim da reeleição para o cargo de presidente da República. Ele acredita que o apoio de um presidente recém-eleito pode ser crucial para a aprovação da proposta, que entraria em vigor durante seu mandato.

No entanto, a PEC de Flávio ainda não saiu da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde precisa ser discutida antes de seguir para o plenário. Em contrapartida, a PEC 12/2022, de autoria do senador Jorge Kajuru (PSB-GO), já foi aprovada na CCJ e aguarda votação no plenário do Senado.

A proposta de Flávio se concentra na reeleição presidencial, mas não esclarece se haverá mudanças no tempo de mandato ou se a proibição se estenderá a parentes. O senador indicou que esses detalhes serão esclarecidos durante o processo legislativo e propôs que a restrição se aplique até o terceiro grau de parentesco.

Por outro lado, a PEC 12/2022 tem um escopo mais amplo, pois além de acabar com a reeleição para presidentes, governadores e prefeitos, sugere um mandato de cinco anos para esses cargos. O texto também propõe eleições unificadas a partir de 2034, abrangendo todos os cargos políticos, aumentando a duração dos mandatos de deputados e vereadores para cinco anos, em vez de quatro.

As mudanças incluem impedir que ocupantes de cargos executivos busquem reeleição consecutiva, mesmo após deixar o cargo. As legislaturas, incluindo o Congresso Nacional e assembleias legislativas, também terão suas durações uniformizadas em cinco anos. As eleições, que atualmente ocorrem a cada dois anos, passarão a ser realizadas de forma conjunta a cada cinco anos, a partir de 2034.

Outra alteração significativa é a eliminação da eleição alternada para o Senado, onde todos os senadores serão eleitos a cada cinco anos, em vez de serem renovados em ciclos de quatro anos. As mesas diretoras do Congresso também sofrerão mudanças em seus mandatos, que passarão a ser de três anos, seguidos por um período adicional de dois anos, sem possibilidade de reeleição na mesma legislatura.

Fonte: Bahia Notícias

Fonte: Bahia Notícias

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